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quinta-feira, 19 de abril de 2012

O MÚSICO GREG HAM DA BANDA MEN AT WORK FOI ENCONTRADO MORTO EM CASA ...(WORLD NEWS AUSTRÁLIA)...



entrevista exclusiva com colin hay e greg ham

DEIXA DOIS FILHOS

A polícia não deu detalhes sobre a causa da morte, mas confirmou que está investigando o caso. "Há um número de aspectos inexplicáveis que provocou nossa presença aqui, e nós estamos apoiando detetives que determinarão o que ocorreu",


disse o sargento Shane O'Connell. Um vizinho, John Nassar, disse que conhecia o músico há 30 anos e que ele era uma pessoa adorável. Ham deixa dois filhos

assista ao grande sucesso de Men at Work - Overkil (legendado)



assista ao grande sucesso de Men at Work - Down Under - Official Music Video





Com Greg Ham à esquerda, integrantes do Men at Work posam com estatueta do Grammy em foto de 1983

O músico Greg Ham, da banda de rock australiana Men At Work, foi encontrado morto nesta quinta-feira (19) por um grupo de amigos em uma casa no subúrbio de Melbourne.

O sargento da Polícia australiana Shane O'Connell indicou à imprensa que a causa da morte está sendo investigada e que, por enquanto, há alguns "aspectos inexplicáveis".

"Neste momento não estamos preparados para entrar em detalhes precisos do que aconteceu", acrescentou O'Connell, segundo a rede de televisão "ABC".

Greg Ham (left) with Colin Hay.

Ham, que tinha 58 anos, se juntou à banda em 1979, em substituição a Greg Sneddon, e tocava flauta, saxofone e teclado.

O grupo alcançou reconhecimento nacional em 1981, com a canção "Who Can It Be Now?", e ganhou fama internacional no ano seguinte, com o álbum "Business as Usual", que liderou as paradas de Austrália, Estados Unidos e Reino Unido.




Polícia australiana encontra músico Greg Ham morto em sua casa (19/04/12)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

FÓSSIL DE DENTES EM ISRAEL PODE MUDAR TEORIA DA EVOLUÇÃO HUMANA (ISRAEL)...

Fósseis de dentes podem questionar teoria aceita
sobre origem do 'Homo sapiens'.

Descoberta pode questionar teoria de que 'Homo sapiens' se originou na África.

Fósseis de dentes de 400 mil anos podem mudar a teoria da evolução humana, segundo arqueólogos israelenses que o encontraram.


Os pesquisadores da Universidade de Tel Aviv acreditam que os dentes seriam de seres humanos modernos, tornando o fóssil a mais antiga evidência da existência de um Homo sapiens.

A teoria aceita atualmente é a de que os Homo sapiens se originaram na África há cerca de 200 mil anos antes de se espalhar pelo mundo.


Os fósseis de dentes foram encontrados durante as escavações da caverna de Qesem, um sítio pré-histórico encontrado em 2000, a 12 quilômetros ao leste de Tel Aviv, em Israel.

A descoberta foi relatada em um artigo publicado na revista especializada American Journal of Physical Anthropology.



Paradigmas

O coordenador do estudo, Avi Gopher, diz que mais pesquisas são necessárias para comprovar a teoria de seus pesquisadores, mas afirma que a descoberta tem o potencial de mudar o conceito da evolução humana.

"A datação da caverna mostra que a presença do Homo sapiens nesta parte do mundo é mais antiga do que as outras evidências que tínhamos até então", afirma Gopher.


"Esta conclusão pode ser de grande importância, porque pode ser a primeira evidência para mudar alguns dos paradigmas que usamos em termos da evolução humana."

A equipe da Universidade de Tel Aviv analisou os fósseis com raios-X e tomografias computadorizadas. A datação foi feita com base na análise da camada de terra na qual eles foram encontrados.

Segundo a teoria aceita atualmente, os humanos modernos e os neandertais se originaram de um ancestral comum que vivia na África há cerca de 700 mil anos.


Um grupo que migrou para a Europa se desenvolveu nos neandertais antes de serem extintos.

Outro grupo, que permaneceu na África, teria gerado os seres humanos modernos, ou Homo sapiens.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

ALPINISTA CEGO PLANEJA CHEGAR AO TOPO DO MONTE EVEREST (INTERNATIONAL NEWS)...

O aplinista Andy Holzer, 45,

planeja chegar ao topo do monte Everest


Um alpinista austríaco cego de nascença planeja escalar o monte Everest em 2012 para completar a façanha de ter escalado as montanhas mais altas de cada continente.

Andy Holzer, 45, nasceu com retinite pigmentosa, uma doença genética que destrói as células da retina.

Como foi criado em uma região montanhosa, Holzer demonstrou desde cedo interesse em escalar, mesmo sem a visão. Aos oito anos, junto de seus pais, ele subiu a montanha Spitzkofel, de 2.717 m de altura.

Com o tempo, Holzer passou a buscar desafios cada vez maiores. Em 2005, ele deu início ao projeto de escalar a montanha mais alta de cada um dos continentes.

Agora, para completar seu feito, só falta subir ao topo do monte Everest, o mais alto do mundo, com 8.848 m.



O alpinista Andy Holzer, que é deficiente visual

e pretende chegar ao topo do monte Evertes


DRIBLANDO A CEGUEIRA


Para driblar a falta da visão, Holzer utiliza diferentes técnicas para se localizar melhor durante a escalada. Ele se baseia nos sons emitidos pelos passos de seus colegas, além de jogar areia contra as paredes de pedra.

"Cada grão colide em algum lugar, o som ressoa e eu posso calcular as variações de distância e altura", disse ele em entrevista à revista "Der Spiegel".

"Eu enxergo com os meus dez dedos das mãos", afirmou Holzer à revista. "Assim que as minhas mãos entram em contato com a rocha, eu tenho uma imagem do ambiente."

Além de escalar, Holzer também dá palestras, nas quais relata suas experiências no alpinismo.


terça-feira, 24 de maio de 2011

POLÍCIA NÃO FORNECE INFORMAÇÕES SOBRE EXAME DE DNA DO EX-DIRETOR GERENTE DO FMI DOMINIQUE STRAUSS KAHN...

ex-diretor gente do fmi dominique strauss kahn


acusado de abuso sexual contra camareira

A polícia de Nova York não forneceu "informações sobre o resultado" do exame de DNA a que foi submetido o ex-diretor do FMI Dominique Strauss-Kahn, acusado pela Justiça americana de crimes sexuais, disse nesta terça-feira um porta-voz da polícia.

Duas redes de TV dos Estados Unidos e uma da França indicaram segunda-feira que o DNA de Strauss-Kahn havia sido encontrado na roupa de sua suposta vítima, uma camareira de hotel de 32 anos.

Citando fontes ligadas à investigação, as redes ABC e NBC asseguraram que os resultados das análises tinham sido enviados no domingo às autoridades francesas.

O site do canal de televisão France 2 havia informado que o esperma do ex-chefe do FMI tinha ficado na gola da camisa da camareira.

Na segunda-feira, a polícia e o gabinete do promotor se negaram a comentar as informações.

"Nada será revelado antes do julgamento", disse à AFP um porta-voz do gabinete do promotor, Erin Duggan.

As análises devem confirmar se houve ou não ato sexual, embora a prova da existência de violência seja mais difícil de ser verificada, ressaltam os especialistas.

Os resultados dos exames de DNA efetuados em Strauss-Kahn, em sua suposta vítima e na suíte do hotel Sofitel, onde os fatos teriam ocorrido, eram aguardados para o início desta semana. Segundo a NBC, o esperma de Dominique Strauss-Kahn foi encontrado na gola da camisa da suposta vítima, cuja identidade não foi revelada pelas autoridades americanas.

Uma porta-voz do tribunal, Erin Duggan, havia declarado nesta segunda-feira de manhã que nada seria comunicado antes do processo, e repetiu a mesma coisa nesta segunda-feira à tarde.




RENÚNCIA

O francês renunciou ao cargo esta semana após ter sido preso sob acusação de crimes sexuais contra uma camareira de um hotel em Nova York. Ele foi libertado nesta sexta-feira após pagamento de fiança de US$ 1 milhão e uma caução de US$ 5 milhões. Ele teve ainda de entregar todos os seus documentos de viagem e usar uma tornozeleira de localização.

O agora ex-diretor-gerente do FMI foi acusado formalmente de tentativa de estupro e agressão sexual contra uma camareira do hotel Sofitel de Nova York, onde se hospedou há uma semana. Em uma audiência realizada na segunda-feira (16) estiveram presentes sua mulher e sua filha, Camille, ambas muito emocionadas. Strauss-Kahn responderá por sete acusações apresentadas pela promotoria.

De acordo com a acusação, a camareira teria entrado no quarto do hotel acreditando que ele estava vazio. Strauss-Kahn estava no banheiro tomando banho. Ao sair, ele a "cercou por trás e a tocou de maneira inconveniente" e "a obrigou a cometer um ato sexual", alegam.

Strauss-Kahn deixou o hotel rapidamente, mas acabou sendo detido a bordo de um avião quando tentava voltar à França, a apenas dois minutos da decolagem.

Caso seja declarado culpado, Strauss-Kahn --cuja prisão abalou o Partido Socialista Francês, que pretendia lançá-lo como candidato nas eleições presidenciais de 2012-- pode ser condenado a até 74 anos de prisão. O julgamento será em 6 de junho.