BLOGGER FABIO LAZARINI

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O QUE GANHAMOS SE O MINHOCAO DE SAO PAULO VIRAR PARQUE?...(NEWS SAO PAULO)

A High Line em Nova York era um viaduto como o Minhocão de São Paulo. Virou parque (Foto: Divulgação/SOS Mata Atlântica)

Uma proposta que até pouco tempo parecia mais cenário de obra de realismo fantástico, acaba, pela primeira vez, de ganhar uma possibilidade real de se concretizar: a transformação do Minhocão, via expressa de 2,8 km que liga a região central à zona oeste da cidade de São Paulo, em parque municipal. 
O fato é que o novo Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo, em vigor desde 31 de julho, determina a desativação do Elevado Costa e Silva como passagem viária. Já sobre quando e como isto deverá acontecer, a Lei não é tão específica – não há prazos definidos para a desativação, que pode acontecer por meio da demolição ou da transformação, total ou parcial, da obra em parque.
Recentemente, a implosão do Elevado da Perimetral para a revitalização e reurbanização da área portuária no Centro do Rio de Janeiro chamou a atenção de todos. Assim como o Minhocão, o viaduto costumava ser criticado por ser causador de diversos transtornos. Entre os principais, ter mudado a estética da região. Neste caso, a opção foi pela demolição.
Se em São Paulo a opção for pelo parque, as vantagens são muitas, a começar pela ampliação da cobertura vegetal numa região tomada por concreto e aridez, além da oferta permanente de uma área de lazer, já acostumada a receber a população para caminhadas, corridas e passeios de bicicleta no período da noite ou aos finais de semana, quando a circulação de carros é proibida. E os benefícios vão além, como mostra o bom exemplo do “High Line Park”, o parque do momento de Nova York.
Lá, moradores do entorno de uma antiga linha elevada de trem, que estava abandonada desde a década de 1980 e gerava degradação para o bairro, se uniram para pedir um parque no local. O grupo não só conseguiu impedir a demolição da estrutura, como também liderou um movimento que, em 2009, a transformou em espaço público.
 A Prefeitura de Nova York investiu no paisagismo um valor alto – US$ 100 milhões. Porém, segundo Amanda Burden, que era a responsável pelo planejamento urbano da cidade no período, o retorno foi enorme. Estima-se que a valorização imobiliária e a atração de novos investimentos na área geraram US$ 2 bilhões em receitas adicionais na economia.
O que a cidade, os moradores e empresários ganham com essas áreas? Parques tornam a vizinhança mais valiosa e promovem a valorização dos imóveis. Um estudo da New York City Commercial Real Estate (CBRE) analisou a região de cinco parques e mostrou que, em média, escritórios fronteiriços aos parques tinham aluguel 44% maior do que os localizados um quarteirão mais distantes.
 O Bryant Park – que na década de 1980 era reduto de traficantes de drogas – foi o que mais valorizou os imóveis (63% comparado aos localizados um quarteirão de distância), seguido pelo Madison Square Park (54%), a High Line (51%), o Battery Park (39%) e o Hudson River Park (14%). É claro que esse é um movimento que, se não for bem administrado, traz consequências negativas geradas pela especulação imobiliária, mas esse é um tema para outro artigo.
Além da questão econômica, tem também o bem-estar promovido por áreas verdes urbanas. Para Amanda, essas áreas públicas têm cinco principais funções: propiciam recreação, socialização, bem-estar espiritual, valorização econômica e geram orgulho ao cidadão.
 No entanto, não adianta criar um parque sem pensar no design e, principalmente, na manutenção – só o High Line tem custo anual de US$ 10 milhões para deixar a manutenção em dia. “Se um banco quebra e não é arrumado, no dia seguinte ocorre um crime, pois acham que ninguém está vendo”, afirma ela.
Nossa luta é por mais áreas verdes e florestas nas áreas urbanas e no entorno das cidades.  Afinal, o capítulo de meio ambiente da Constituição Federal diz que todos nós temos “direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida“.
 Exemplos dessa busca não faltam em São Paulo, onde movimentos lutam pelo Parque da Augusta e pela integridade do Parque Burle Max, ou seja, pelo bem comum e pela coletividade.
A decisão se o Minhocão será ou não transformado em parque urbano fica para os próximos capítulos. Como os exemplos mostram, esse seria um ótimo caminho e depende da nossa mobilização.
*Marcia Hirota é diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica.

ESTUDO DIZ QUE GRANDE ERUPÇAO VULCANICA PODERA DESTRUIR O JAPAO...(NEWS JAPAO)


Estudo indica que cerca de 120 milhões de pessoas, quase toda a população japonesa, poderá morrer se ocorrer uma grande erupção vulcânica, como a que aconteceu há milhares de anos no arquipélago

Cerca de 120 milhões de pessoas, quase toda a população japonesa, poderá morrer se ocorrer uma grande erupção vulcânica, como a que aconteceu há milhares de anos no arquipélago, alerta um estudo de dois vulcanólogos japoneses.
De acordo com trechos do trabalho de Yoshiyuki Tatsumi e Keiko Suzuki, cuja versão completa será publicada em novembro, o risco de ocorrência deste cenário catastrófico é de 1% durante o próximo século.
"Não seria absurdo dizer que uma grande erupção possa acontecer algum dia em alguma parte do arquipélago", insistem os pesquisadores, para alertam para a morte de 120 dos 127 milhões de habitantes do país do Sol Nascente.
"O Japão concentra 7% dos vulcões ativos do mundo e geralmente enfrenta catástrofes, como a recente erupção do Monte Ontake (que deixou mais de 50 mortos no centro do país). Os olhares se concentram agora no Monte Fuji, onde existe o risco de uma erupção", escrevem.
Os especialistas baseiam seus trabalhos no estudo dos ciclos e do impacto das maiores erupções do Japão, em especial a partir do caso da Caldeira Aira, uma vasta caldeira vulcânica criada há 28.000 anos na região de Kagoshima (ilha de Kyushu, sudoeste) pelo afundamento do cume de um vulcão depois de uma terrível erupção.
Se ocorrer um fenômeno similar na região, sete milhões de pessoas poderão morrer em apenas duas horas em consequência das lavas e das rochas.
As cinzas se expandirão por todo o país, exceto a ilha de Hokkaido (nordeste), e ameaçarão infraestruturas, ao mesmo tempo em que colocará em perigo a vida de 120 milhões de habitantes.
O Japão, situado no Cinturão do Fogo e onde confluem quatro placas tectônicas, conta com 110 vulcões ativos.

COMO A NASA LIDA COM OS ODORES DENTRO DA ESTAÇAO ESPECIAL INTERNACIONAL...(WORLD NEWS)


O espaço pode ser um vácuo, mas, ao menos a bordo da Estação Espacial Internacional, os cheiros contam com muito espaço para flutuar. E considerando que 6 pessoas vivem na ISS, alguns desses cheiros podem se tornar um grande problema. A NASA deu um jeito nisso.
O engenheiro da NASA Robert Frost e o antigo astronauta da ISS Clayton Anderson explicaram como a NASA cuida dos subprodutos malcheirosos dos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional.
Os odores podem resultar de vazamento de gás de equipamentos, processos metabólicos da tripulação, comida, experiências, e retorno de atividades extra-veiculares da tripulação.
No módulo de serviço, a Unidade de Micropurificação oferece meios regeneráveis para remover contaminantes moleculares de baixo e alto peso.
No laboratório, o Subconjunto de Controle de Traços Contaminantes (TCCS, na sigla em inglês) desempenha função semelhante.
Ambas as unidades estão teoricamente operacionais. Qualquer uma é capaz de proporcionar a remoção de traços contaminantes para toda a ISS. A Unidade de Micropurificação ventila contaminantes para fora enquanto a TCCS prende-os em leitos substituíveis.
Os principais componentes do TCCS incluem um leito de carvão ativado, um conjunto oxidante catalítico, um leito absorvente de hidróxido de lítio. Apesar do TCCS remover a maior parte dos contaminadores atmosféricos com o leito de carvão, o oxidante catalítico é necessário para remover compostos moleculares de baixo peso, como o metano.
O ar que entra no TCCS é aspirado diretamente da cabine aberta da atmosfera para o leito de carvão ativado pelas ventoinhas da TCCS, que está abaixo do leito de carvão. O leito de carvão é impregnado com ácido fosfórico, que permite que ele absorva amônia. 
Abaixo da ventoinha, o ar processado é dividido em duas correntes; uma que vai em direção ao Conjunto Oxidante Catalítico, e uma para uma linha de desvio. A taxa de fluxo para o Conjunto Oxidante Catalítico é usada para controlar a velocidade da ventoinha para fornecer uma taxa específica de fluxo para o oxidante. O restante vai pela linha de desvio.
Um permutador de calor regenerativo e um aquecedor de resistência são utilizados para aquecer o ar que entra no oxidante para aproximadamente 400ºC. O catalizador oxida os compostos orgânicos para CO2 e água, e então converte os compostos inorgânicos para gases ácidos como cloreto de hidrogênio, fluoreto de hidrogênio e dióxido de enxofre. 
O ar que deixa o leito catalizador é resfriado no permutador de calor regenerativo e circula através do leito absorvente de LiOH. Esse leito remove qualquer subproduto ácido produzido durante o processo de oxidação. O ar que deixa o leito absorvente se combina com o ar desviado não-processado e retorna diretamente para os dutos.
Como uma pessoa que foi duas vezes ao espaço e passou mais de 167 dias por lá (sendo que apenas oito desses não foram na Estação Espacial Internacional), tenho conhecimento pessoal definitivo sobre os odores existentes dentro do seu casco de alumínio anodizado.
Os sistemas mencionados por Robert normalmente não falham, com a tripulação realizando a manutenção rotineira deles de acordo com a agenda definida em solo. Isso nos proporciona um ambiente praticamente sem odor na ISS. Isso não quer dizer que não temos cheiros ao nosso redor. 
Nossa atmosfera padrão, composta pela mesma porcentagem dos gases que temos na Terra, é regulado para 14.7 psi e isso nos dá um ambiente de cerca de 22ºC, 55% de umidade com uma pequena brisa vindo do sul!
Oleg Kotov, colega russo de expedição e nosso comandante, gostava de guardar suas roupas de treino usadas acima da escotilha do FGB (Bloco Funcional de Carga, Módulo Russo). Não era minha escolha preferida para acomodar aparelhos de treino suados já que não havia uma boa chance deles secarem completamente por lá.
Eu preferia colocar minhas roupas sujas em um corrimão no módulo Node 1 do segmento dos EUA. Esse corrimão estava próximo a uma saída de ar condicionado, ou seja, o ar fresco e frio soprava minha roupa suada por horas até que eu as vestia novamente.
 Diminuindo a capacidade de gerar qualquer odor de vestiário, esse lugar especial também permitia que nossos sistemas ambientais absorvessem facilmente meu suor e transformassem ele em água potável para mais tarde!
Odores de comida estavam presentes também, mas eles não eram irresistíveis para mim.
Comer um prato de peixe muitas vezes produzia o mais pungente odor, especialmente a versão norte-americana de gumbo de frutos do mar. Demorava algumas horas até que o cheiro sumisse do ar da ISS. Em missões de ônibus, muito comandantes proibiam o consumo de gumbo de frutos do mar devido a seu cheiro distinto e não muito agradável.
E não se preocupe muito com o cheiro do banheiro. Os sistemas de fluxo de ar (especialmente no segmento dos EUA, e nem tanto no russo) eram bem eficazes para conter o cheiro de cocô, mandando o cheiro embora rapidamente para as entranhas da ISS, onde eram absorvidos de forma eficiente através dos filtros.
Por fim, há o "cheiro do espaço". Frequentemente mencionado por astronautas, é algo difícil de descrever. Bem distinto - eu reconheceria instantaneamente - ele aparentemente é comparado a cheiros associados a soldagem ou queima de ozônio (e quem diabos sabe realmente como é o cheiro dessas coisas?).
 Após uma caminhada espacial, quando as tripulações e equipamentos retornam para dentro da ISS, lembro de ser capaz de sentir o cheiro de traços desse odor único por dias após a excursão pelo vácuo do espaço.
Como a NASA lida com o odor dentro da Estação Espacial Internacional apareceu originalmente no Quora. Você pode seguir o Quora no TwitterFacebook, e Google+.

domingo, 12 de outubro de 2014

VIDEO DE AMERICANA PLANEJANDO A PROPRIA MORTE VIRALIZA NA WEB...(NEWS ESTADOS UNIDOS)



A americana recém-casada e com câncer terminal anunciou pela Internet seus planos para dar fim a sua vida em 1° de novembro, de modo que possa morrer com dignidade e sem dor.
Em janeiro, Brittany Maynard, de 29 anos, recebeu a notícia de que teria apenas mais seis meses de vida e foi informada de que sua morte seria longa e dolorosa, devido à natureza agressiva da doença.
Na época, ela estava tentando engravidar do primeiro filho com seu marido Dan, mas desistiu por causa do câncer.
"Os pensamentos que passam pela sua cabeça quando você descobre que tem tão pouco tempo é tudo o que você precisa dizer para as pessoas que ama", diz ela no vídeo que já teve mais de 5,5 milhões de acessos no YouTube.
Maynard e seu marido haviam acabado de se casar quando ela começou a sentir fortes dores de cabeça, mudando-se de sua casa na Califórnia para Oregon, um dos estados americanos nos quais a lei permite o direito de morrer.
Um médico poderia, então, prescrevê-la uma medicação que a deixasse morrer cercada por familiares no quarto que divide com seu marido.
Maynard está sendo medicada para limitar o tumor no cérebro, mas sofre efeitos colaterais que a fazem ganhar peso.
Ela concordou em fazer o vídeo de seis minutos e meio, tornando pública sua situação, "apesar de uma timidez profunda quanto a sua nova aparência consequente das drogas prescritas", segundo sua página de arrecadação de fundos na Internet.
"Não lancei essa campanha porque queria atenção. Fiz isso porque quero ver um mundo onde todos tenham acesso à morte com dignidade, como eu tive", explicou Brittany.
Médico observa paciente em coma profundo em 11 de setembro de 2013, em Estrasburgo, França

SITE USA RECONHECIMENTO FACIAL PARA SUGERIR COMO VOCE SERA DAQUI A 20 ANOS...(NEWS APP)


 A operadora britânica Orange criou o site Future Self, que usa software de reconhecimento facial para tentar mostrar como você será daqui a 20 anos. E você pode até bater um papo com sua versão futura!

Para começar, vá até futureself.orange.com. Autorize o acesso à sua câmera e microfone, e prepare-se para a foto: verifique se seu rosto está bem iluminado, retire seus óculos e olhe para a câmera sem sorrir.
 A foto será tirada automaticamente. O site vai identificar seus olhos, boca e contorno do rosto. Faça ajustes, caso seja necessário, e responda a algumas perguntas: sexo masculino/feminino, faixa de idade, cor dos olhos e cor da pele.

Pronto! Agora você pode compartilhar a foto nas redes sociais, ou até mesmo perguntar a si próprio sobre seus filhos, novos interesses, status socioeconômico e mais. As respostas, claro, não são baseadas em você, e sim em tendências futuras prováveis​​.
Tudo isso é muito divertido, claro, mas funciona? Eis as nossas imagens de teste:
O site parece funcionar um pouco melhor com homens do que mulheres. Os funcionários do sexo masculino noGizmodo obtiveram resultados que, pelo menos, eram parecidos com eles próprios. As mulheres, no entanto, ficaram muito parecidas entre si na simulação de como seremos em 20 anos.
É que este é claramente um projeto difícil de se realizar. A JAM3, empresa digital que ajudou a Orange a construir o site, diz ao FastCo Create:
Visite o Future Self para ter uma ideia de como você será nos próximos 20 anos. O tempo não nos tratará bem.

AFRICANO FICA ALIVIADO AO SABER RESULTADO DE EXAME PARA EBOLA...(NEWS RIO DE JANEIRO)


O africano Souleymane Bah, de 47 anos, reagiu com alívio ao saber que o primeiro exame de sangue deu negativo para Ebola. Ele, no entanto, desde o início se mostrou convicto de que não tinha a febre hemorrágica, contaram os infectologistas José Cerbino e Marília Santini, responsáveis pelo tratamento do paciente no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI), da Fundação Oswaldo Cruz.
Souleymane chegou quieto e demonstrando ansiedade por causa da suspeita de Ebola. Também sentiu desconforto pelo transporte de Cascavel (PR) para o Rio. "Fizemos o possível para deixá-lo à vontade. Ele sabia que havia o risco de ser Ebola, mas estava certo de que não tinha a doença", afirmou Cerbino, que se comunica em francês com o africano.
O paciente está isolado numa das alas do instituto. Quatro vezes por dia, uma equipe composta por médico, enfermeiro e funcionário da limpeza entram no ambiente para medir a temperatura, levar alimentação, entre outros procedimentos. Eventualmente, o grupo pode chegar a cinco, com mais um médico e mais um enfermeiro.
Souleymane está num quarto monitorado por câmeras e pode falar com a equipe por meio de um comunicador. Ainda que o primeiro exame tenha dado negativo, roupa de cama, toalha, pratos e talheres são descartados e incinerados. Ele não tem febre nem sintoma de nenhuma outra doença; se movimenta pelo quarto e assiste à televisão.
Na tarde deste domingo, outra amostra de sangue será coletada e encaminhada para o Instituto Evandro Chagas, no Pará. No primeiro exame, uma equipe da Fiocruz viajou para levar a caixa com a amostra. Desta vez, não será necessário. A caixa terá quatro camadas de isolamento, por segurança. 
O resultado do segundo exame deve ser conhecido na noite de segunda-feira. "Clinicamente, ele está apto para receber alta médica, se o resultado negativo se confirmar. A saída dele do hospital vai depender da logística para levá-lo de volta para o Paraná", afirmou Cerbino.
Para o médico, a internação de Souleymane serviu como "exercício importante" para a equipe que vem sendo treinada desde julho. "Em nenhum momento houve exposição de profissionais ao risco de contaminação. Os equipamentos de proteção são necessários, mas não são suficientes se a equipe não estiver bem treinada", afirmou.
O diretor do INI, Alejandro Hasslocher, informou que hoje a instituição tem capacidade para receber dois pacientes com suspeita de Ebola. Caso haja um surto, os pacientes internados receberiam alta e os 32 leitos abrigariam pessoas com a febre hemorrágica.
 "Mas aí estaríamos numa situação de calamidade pública e não seríamos o único responsável pelo atendimento dos pacientes. Na verdade, é muito pouco provável que tenhamos caso confirmado de Ebola. O que teremos serão suspeitas", afirmou o diretor.

FALCAO IRRITADO ATACA DRONE QUE FAZIA IMAGENS AEREAS COM GO PRO...(NEWS ESTADOS UNIDOS)

Os Drones são a mais nova sensação do momento. Graças a eles e a câmeras como a GoPro, é possível capturar imagens áreas incríveis como se estivesse pilotando um helicóptero de controle remoto. 
Por conta desses elementos, os drones acabando indo além das câmeras e se transformando em motivo de diversão para todos. Mas, pelo que mostra o vídeo abaixo, os pássaros não pensam da mesma forma.
Ao levar o seu drone com uma GoPro Hero 3+ Black para o parque, um youtuber de Massachusetts, nos Estados Unidos, gravou provavelmente o vídeo mais impressionante da vida dele. 
Tudo estava correndo normalmente até que, no melhor estilo Angry Birds, um falcão que sobrevoava a região ficou incomodado com a presença do objeto estranho na sua área e agarrou o drone com suas garras para derrubá-lo.
Diferente de alguns animais, esse falcão não estava muito afim de sensualizar para as câmeras. Felizmente para o dono e, principalente, para a natureza, tanto o animal quanto o equipamento saíram ilesos da queda.

LADROES INSTALAM MALWARE EM CAIXAS ELETRONICOS PARA FAZE-LOS CUSPIR DINHEIRO...(NEWS BRASIL)

Nós já vimos por aqui os diversos truques empregados por ladrões de caixa eletrônico: às vezes eles usam pendrives infectados; às vezes, um celular e SMS; e às vezes vão bem mais longe. Agora, temos um malware que faz os caixas simplesmente cuspirem dinheiro.
A Interpol e a empresa de segurança Kaspersky anunciaram que criminosos começaram a instalar um malware conhecido como Tyupkin em caixas eletrônicos.

 Ele permite que uma pessoa gere códigos que mudam numa base rotativa, e são fornecidos para seus parceiros. Com esse código em mãos, é possível sacar dinheiro do caixa eletrônico.
Vicente Diaz, pesquisador de segurança da Kaspersky Lab, explica:
O hack permite que os ladrões verifiquem quanto dinheiro está no caixa eletrônico, e depois liberem até 40 notas de uma só vez. Para não ser detectado, o malware só funciona nas noites de domingo e segunda-feira.
Por enquanto, descobriu-se que 50 caixas foram afetados no Leste Europeu, mas há relatos de que o malware esteve ativo nos EUA, Índia e China. Da Kaspersky:
Ao contrário da clonagem de cartão e outros hacks que visam a sua conta bancária, este malware simplesmente faz com que o caixa eletrônico cuspa dinheiro .
- isso não fica associado à conta de ninguém. No entanto, alguém sempre acaba pagando por esse dinheiro roubado.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

EXPOSIÇAO "CASTELO RA-TIM-BUM" E PRORROGADA ATE 16 DE NOVEMBRO EM SAO PAULO...(NEWS SAO PAULO)


 Sucesso de visitação, a exposição "Castelo Rá-Tim-Bum", em cartaz no MIS (Museu da Imagem e do Som), foi prorrogada até dia 16 de novembro. Anteriormente, a mostra teria fim no dia 12 de outubro. 

Na bilheteria, os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), com vendas de até quatro ingressos por pessoa. Em cartaz desde 16 de julho, a mostra já recebeu 83 mil visitantes, ultrapassando as mostras de Stanley Kubrick e de David Bowie, que também tiveram temporadas de sucesso no museu. Ouça as músicas do programa "Castelo Rá-Tim-Bum" na Rádio UOL. 

 Para facilitar o acesso, o museu ainda tem programado dois lotes de ingressos online, para visitação nos dias 27 de setembro e 4 de outubro. Os ingressos online custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). 

Confira abaixo os dias e datas de vendas: Lote para visitação no dia 27 de setembro Venda a partir das 12h de 2 de setembro (terça-feira) Lote para visitação no dia 4 de outubro Venda a partir das 12h do dia 5 de setembro (sexta-feira) Nestes dias, não haverá vendas na bilheteria, apenas um guichê para retirada de ingressos.

 As vendas serão feitas com horário marcado (disponíveis entre 8h e 23h), limitada a quatro unidades por pessoa, com horário marcado [das 8h às 23h], divididos em sessões de 180 pessoas por hora. Nas demais datas, o museu vende ingressos na recepção para visitação no mesmo dia. Para ter um passeio tranquilo e passar pelas longas filas, leia mais sobre horários e dicas de visitação.

 A exposição Comemorando os 20 anos da série, a mostra recria o castelo dentro do espaço expositivo do museu. 

Com interações a cada espaço, os visitantes vão caminhando por ambientes como o saguão de entrada, onde está a árvore e a cobra Celeste; a cozinha, com portinhas minúsculas de armário; a sala de música, onde é possível pedalar no piano; a biblioteca, onde está o Gato Pintado e pilhas de livros; o quarto da tia Morgana, onde é possível ouvir histórias e tirar fotos com a gralha Adelaide; além do ninho onde os passarinhos tocam um instrumento musical a cada capítulo.

 Leia mais sobre a exposição aqui. Serviço "Castelo-Rá-Tim-Bum – Exposição" 
Quando: Em cartaz até 16 de novembro de 2014. 
Onde: MIS – Museu da Imagem e do Som – Avenida Europa, 158 
Quanto: LOTE ESPECIAL - R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), através do site Ingresso Rápido.

 Demais dias, compra na bilheteria: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).
 Mais informações: (11) 2117 4777 ou http://www.mis-sp.org.br/

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

COMO FUNCIONA O CHROMECAST,FAMOSO GADGET DO GOOGLE PARA TVS,ENTENDA...(NEWS TECNOLOGIA)

Chromecast, do Google, faz streaming de conteúdo de dispositivos para a TV
Chromecast é um acessório do Google capaz de “transformar” qualquer televisão com uma entrada HDMI em uma Smart TV, porque oferece serviços como o Netflix. O pequeno dispositivo, que lembra o formato de pen drive, é também um transmissor. Ele faz streaming do conteúdo de outros aparelhos, como smartphones e computadores, para a TV. O seu funcionamento é semelhante ao de uma antena, cabo de TV fechada ou até mesmo de uma set-top box.
Veja, abaixo, o vídeo de apresentação do Chromecast
O Chromecast precisa de Internet para viabilizar essa transmissão de conteúdo e tem que estar conectado à mesma rede sem fio do display que fará o streaming. É bastante simples executar essa configuração. Ela pode ser feita até por celulares, por exemplo. Porém, é preciso certificar-se de que o dispositivo do Google é compatível com todos os aparelhos envolvidos, inclusive a própria TV.
Ele funciona somente com TVs que disponham de conexão HDMI MHL. Também há aplicativos do Chromecast para os sistemas operacionais iOS,AndroidWindowsMac OS e Chromebook Pixel. Já o Windows Phone não tem suporte para streaming de conteúdo para o dongle.
Outro ponto importante é saber que há apenas alguns aplicativos compatíveis com o gadget. Mas fique de olho, já que novos apps são disponibilizados com certa frequência. Não deixar de verificar o que ele pode fazer também é importante.
O Chromecast oferece diversas possibilidade, como assistir vídeos do PC na TVexibir fotos do Google+ouvir músicapassar páginas do navegador e até espelhar as telas de dispositivos Android no televisor. Tudo isso é realizado com a função básica de transmissão de conteúdo, pela mesma rede Wi-Fi a que seu transmissor estiver conectado.
O dongle pode ser encontrado em varejistas por volta de R$ 236 a R$ 249. Recentemente, a Mozilla anunciou um rival "baratinho" para o Chromecast: o Matchstick, que custa apenas US$ 18 (R$ 44, em conversão direta) em projeto de financiamento coletivo no Kickstarter.