Passageiros dizem ter passado a madrugada em aeroporto sem informação.TAP não confirma fogo na turbina e colocará nova aeronave para voo.
Passageiros dormiram no chão do aeroporto durante a madrugada
"Não nos deram nenhuma resposta, ninguém falou nada. Sem previsão de decolarmos novamente. Somente pousamos em Salvador e, depois do pouso, nos informaram que havia tido o problema. Alguns passageiros contaram depois ter visto chamas na turbina", acrescentou ele. Não há informações sobre feridos. A Infraero, em Brasília, confirmou oficialmente que o pouso realizado foi de emergência e que havia 242 passageiros a bordo do voo da TAP.
Segundo Cida Fernandes, mãe de uma passageira, o voo partiria do Rio inicialmente às 16h, mas foi adiado para as 22h. "Era óbvio que já havia sido identificado problemas", diz ela. Oficialmente, a TAP informou que o pouso foi tranquilo e já acomodou os passageiros. A companhia áerea não confirma que foi registrado fogo na turbina e nem a ocorrência de fumaça. A TAP diz que uma nova aeronave segue para Salvador para decolagem do voo ainda nesta manhã.
A Infraero de Salvador informou que um avião da companhia portuguesa, que fazia o voo 0186, fez um pouso que não estava previsto no aeroporto da capital baiana à 1h03, e não havia decolado para seguir viagem até o início desta manhã. A estilista Graziella Nadruz, em entrevista , afirmou ter ouvido uma explosão. Segundo ela, os passageiros sentiram cheiro de queimado e perceberam um pouco de fumaça na aeronave duas horas após o início da viagem. Os passageiros, segundo ela, foram informados em seguida que o avião pousaria para reparos em Salvador.
Após o pouso, os passageiros não tiveram orientação da TAP, e, segundo a estilista, foram levados a uma sala do aeroporto baiano. A Infraero confirmou que esses passageiros permaneciam à espera de informações até o início da manhã deste sábado.
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Fumaça de gelo (à esquerda) passando por vulcão que se pensava inativo; a fumaça desapareceu depois 
A americana Marilyn Leisz, de Nova Jersey, entrou com uma ação contra o cirurgião plástico que a operou alegando que, depois do procedimento, não consegue mais fechar os olhos. Nem quando vai dormir. Para que o globo ocular não resseque, ela usa um gel e tem também um vaporizador no quarto.
Mesmo assim, teme perder a visão. A cirurgia, uma blefaroplastia que deveria retirar um excesso de pele nas pálpebras, faz com que Marilyn só consiga piscar fazendo força. Marilyn acusa o médico, Paul Parker, de negligência. O cirurgião plástico defende-se dizendo que avisou a paciente dos riscos da cirurgia e que ela nunca havia reclamado do procedimento, realizado em 2005. Segundo um outro cirurgião ouvido pela defesa de Marilyn Leisz, ela já tinha feito muitos outros procedimentos e não era uma boa candidata à blefaroplastia.
O risco era grande demais e Parker não teria avisado a paciente das grandes chances de dar errado. “Ele deveria ter sido honesto comigo e me sugerido outras opções”, diz Leisz à rede de TV americana CBS (assista à reportagem abaixo). É difícil saber quem está com a razão. É provável mesmo que os dois dividam a culpa. Marilyn Leisz, que se viciou em procedimentos estéticos e perdeu a noção da hora de parar.
E Paul Parker que, apesar de saber que a cirurgia não era a melhor opção para a paciente, cedeu à provável insistência dela em busca de uma aparência perfeita (isso, é claro, supondo que Parker é um médico bem intencionado. Pode ser também que ele seja apenas um irresponsável que sai operando qualquer um que cai em seu consultório).
O pior é que esse roteiro se repete em vários consultórios em vários lugares de mundo – pacientes que não sabem parar e cirurgiões plásticos que não sabem dizer não. Você conhece alguma história parecida com a da americana Leisz?
um dos 13 que pertencem à Santa Casa de Misericórdia - foi interditado na manhã desta sexta-feira pela Coordenadoria de Controle de Cemitérios e Serviços Públicos, órgão da Prefeitura do Rio. Sepultamentos e exumações estão suspensos até segunda ordem. Visitas podem acontecer normalmente. Segundo o coordenador de Controle de Cemitérios, Luiz Gustavo Pereira, em fevereiro deste ano o Cemitério de Paquetá foi alvo de uma vistoria que constatou 25 irregularidades - a mais grave delas, sepulturas abertas.
Foi dado um prazo de 30 dias para que a administração providenciasse os reparos. Mas, ao voltarem nesta manhã, os fiscais encontraram, além das 25, mais quatro irregularidades. - Quarenta dias depois da vistoria, nada foi feito. Há muito mato e proliferação de mosquitos, o que é preocupante nesta época do ano, por causa da dengue - disse Luiz Gustavo. De acordo com ele, o cemitério - que é tombado - foi multado em R$ 13 mil.
Caso o local venha a se adequar às normas, poderá voltar a funcionar. Por enquanto, quem falecer em Paquetá terá que ser enterrado em cemitérios do Rio. Quem tiver dúvidas ou quiser fazer denúncias a respeito de cemitérios.
entrar em contato com a Coordenadoria pelo telefone 2589-0808 ou pelo e-mail odcf@pcerj.rj.gov.br.
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